quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
2106 2908 1609 3011 0812 2602 0803
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Consagrada a Deus

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Vinte menos um
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Quem dirá!
Ah e quem dirá
Que nunca quis brincar o carnaval
E agora se perde pra lá e pra cá
Entre os sambas e choros
Chorar não vai voltar
Todo amor que se preze
À Deus pertence e não se atreve
Que se sambar o sangue ferve
E se ela não gostar de samba
Na minha roda vai ter que entrar
Aquela
Branquela
Quem é ela?
Entra pra rodar
De um lado pro outro
Seus pés desregrados
Começam a sambar
Ah e quem dirá
Quem nunca quis brincar o carnaval?
Agora de tão bamba
Nem percebe que o samba
Chega ao final!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Amigos, Carnaval e uma... Puta!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Eu te amo...

Eu te amo
Chico Buarque
Composição: Tom Jobim / Chico BuarqueAh, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Essa semana eu tive uma ótima noticia, finalmente vou sair de Belém, e vou mais cedo do que imaginei. Ontem deletei Orkut, twitter e algumas pessoas do meu MSN, já que fazem parte do meu passado, depois de tentar tanto, resolvi dar uma chance pra mim mesma. Resolvi virar a página, começar do zero, talvez em outra cidade, mesmo longe de muita gente que eu goste, eu consiga me focar mais no trabalho. Oportunidade não é algo que aparece sempre, e quando a ganhamos cabe a nós agarrá-la. Pois bem, não sei muito bem o que estou sentindo nos últimos dias, mais sei que é melhor do que aquela sensação de que não tive escolha alguma quanto a fatos que aconteceram na minha vida. E agora resolvi que eu vou dar as cartas, vou pensar em mim, em vez de ficar pensando em alguém que não teve nenhuma considerção pela minha pessoa. Algumas pessoas morreram pra mim nesse início de ano. Quando o amor começa a se tornar ódio, é melhor se afastar e não deixar que te envenene por inteiro.
Como não faço mas parte de redes sociais, os que me conhecem e querem manter contato, podem mandar notícias por comentários...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Espelho
A primeira, ríspida consigo mesma, fingia ser forte, e derramar uma lágrima era como perder a guerra inteira; se é que existia uma “guerra”; e sempre que ouvia mais um “Não!”, ela se enchia de ódio, dizia que era por quem a tinha negado, mas sabia no fundo, que aquele ódio todo, era de si mesma. Toda manhã esvaziava-se, como um jarro cheio de água jogado no esgoto. Negava a si o que era, e aos outros sorria o sorriso que via na TV.
A outra por sua vez, apesar da tristeza, era pura esperança, otimista e apaixonada. Não conseguia sentir raiva, muito menos se envenenava. Esperava por um único telefonema, por uma ultima chance, que de longe parecia ser impossível. Sabia que a única pessoa capaz de lhe satisfazer seria ela mesma, mas que existia outro ser que poderia lhe completar. Já havia cometido erros, e seus defeitos eram visíveis aos que já haviam passado pela névoa tênue que lhe rondava.
Beijo amargo o não dado. No momento transformado em ferida que tardaria a sarar. Porém aquela ferida já estava aberta e sangrava todo o amor que dele não poderiam mais desfrutar.
Quando dei por mim, estava diante do espelho, cortada em dois pedaços. Nenhum deles estava completo, por que por mais que se unissem, que se dessem as mãos, ainda sim em meu peito, aquele beijo negado, tinha me ferido, deixando-me incompleta. No lugar do coração que batia forte, tão forte agora, ele não batia.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Agora que eu sou só uma página virada. Me rasgo em mil pedaços. Por que papel não respira, não sonha e nem sente saudade...