quinta-feira, 1 de outubro de 2009
E se nada der certo...
domingo, 27 de setembro de 2009
A queda
Resumindo...
Desilusão é algo que não passa com o tempo, ela simplesmente adormece e acumula toda vez que você cai novamente na mesma armadilha. Não adianta ser otimista quando se está em um labirinto, que sempre que se encontra a saída ela dá no mesmo lugar, não é nada fácil, o tempo vai passando e você vai se sentindo cada vez mais vazio, quando pensa que está sendo completado, percebe subitamente que está com a reserva mais baixa do que antes.
Ai vai cansando...
O cansaço vai nos remoendo, nos matando aos poucos, como um câncer, uma doença letal, incurável, que nenhum cientista ousa desafiar, muito menos alguém que já perdeu todas as forças.
E ele morre...
Certa vez vim em um filme que o amor é como estar escalando uma montanha, você sobe, e quando já está no topo, não tem mais como descer, e se quer sair de lá... Você cai.
sábado, 26 de setembro de 2009
...

domingo, 20 de setembro de 2009
Medo
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Idiota!
Eu sou uma idiota
Sim! Eu posso provar
Ando por linhas tortas
Escrevo errado nas entrelinhas
Já não me lembro como acertar
Sim, eu sou uma idiota
Uma tremenda idiota
Que promete mais não pode pagar
Eu faço as coisas pelo contrário
Me perco nos naipes de um baralho
Confesso que nesse jogo
Nunca quis me aventurar
domingo, 13 de setembro de 2009
S...
Por que será que me perco nos seus olhos?
Eu posso dizer que sou uma boba romântica
Mas não confunda com fantasia
O que me contradiz é só o meu ego
Eu sou o centro da minha atenção
Sou os dogmas da minha razão
O sangue que escorre da minha ferida
Sim eu me perco no seu olhar
Eu me deixo levar pelo pulsar do seu peito
Pelo suor do seu corpo
Pela temperatura dos seus lábios ao me beijar
Eu gosto da sua pele arrepiada
Da sua respiração pesada
Sempre que chego a te encostar
Então por que me perco nos seus olhos
Se quando estou com você
Sinto que posso finalmente me encontrar!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Materializando pensamentos...
Naquela noite eu senti, uma coisa estranha, uma curiosidade quase divina, algo que nem eu mesma sei explicar com exatidão. O dia tinha passado rápido, e eu em minha solidão fingia que tudo estava bom. É extremamente engraçado como uma única ação desencadeia uma série de acontecimentos. Uma amiga minha, conheceu um garoto, que eu conheci, que me apresentou alguém que se tornaria minha amiga e essa amiga que me conheceu no meu momento mais down, me apresentou alguém cujo a imagem somente ficou adormecida por pouquíssimos meses.
Sou alguém comumente incomum, pode ser a explicação mais sem sentido pra dar a si mesma, mas eu sou simplesmente alguém que enxerga as coisas do ângulo mais improvável. Talvez por isso eu tenha crescido como a ovelha negra, a nerd, a garotinha mimada da família, que só se importa com o belo. Não é bem assim... Só prefiro ter uma visão otimista das coisas. Mas naquela noite eu pensei que nunca seria capaz de suprir minha curiosidade.
Algum tempo depois, mais uma ação inesperada me coloca diante daquele sentimento já descrito. E aquela pessoa que outrora era inalcançável, agora me deixa profundamente encantada... Existem pessoas que simplesmente te fazem sentir bem, só com um olhar, com um cheiro ou com um abraço, e essas pessoas são únicas e cada vez mais difíceis de encontrar.
Eu ainda não a conheço muito bem, eu ainda não sei os seus segredos ou suas teorias, eu ainda conheço muito pouco sobre suas verdades, mas não posso, realmente não posso negar minha curiosidade... Eu sou um quadro fauvista não terminado.