segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Sair da vida de quem se ama é como viver sem poder respirar. Creio que agora não sou o ar de mais ninguém, nem o sonhar de mais ninguém, nem a saudade de mais ninguém. E agora que não posso mais respirar, vc irá respirar outra pessoa, irá sonhar com outra pessoa e irá matar saudade nos braços... de outra pessoa!

Agora que eu sou só uma página virada. Me rasgo em mil pedaços. Por que papel não respira, não sonha e nem sente saudade...
Não há mais como acreditar...

sábado, 16 de janeiro de 2010



Uma vez me perguntaram se eu acreditava em destino, respondi quase que imediatamente que sim. Hoje já não sei... Talvez o “destino” seja nossa própria mente nos fazendo crer que nada é nossa culpa!



terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Caixas



Transbordam as caixas
Andantes caixas
Gigantes cheias
Cheias de nada

Embora valha
O sangue coalha
Minha navalha
não quer cortar

E aquelas caixas
Tão nada esconde
Que o seu nome
é um segredo

Que no meu medo
Escuro opaco
Encontro o som
Dos pesadelos

Em nossas caixas
Transborda caixa!
Insana a cara
De quem gostar

Que abre a caixa
Que esconde a caixa
Minha desgraça
Na mente está!


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Vi o sol nascer, mas aqui dentro
ainda permanece escuro e frio...

sábado, 9 de janeiro de 2010

Dois

Deixo à você as cartas de despedida
Que delas faça proveito
Por que de mim arrancaram dor
Matou meu ser
E saturou meu peito
E por despeito
Levo aos outros meu temor
De que o amor só
Não é nó que desfaz
Depois
Nós dois

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

As digitais se encontravam por todo o ambiente...